| Dilma quer mais brasileiros em escolas dos EUA |
| 11-Abr-2012 | ||||||
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O TEMPO - MG Dilma esteve com o governador de Massachusetts e fez discurso Washington, EUA. Em sua visita a Boston e Cambridge, a presidente Dilma Rousseff buscou aprofundar as relações acadêmicas do Brasil com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) e Harvard, incentivando uma série de parcerias envolvendo estudantes, pesquisadores e professores brasileiros. O problema é que uma declaração do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, provocou um mal entendido ao afirmar que o "MIT abrirá um MIT no Brasil". E repetiu mais duas vezes: "teremos uma escola do MIT no Brasil. Vamos criar uma sede do MIT no Brasil". Horas depois, a universidade desmentiu o ministro. "O MIT não abre filiais no exterior", diz o comunicado, acrescentando que deve ter havido "um pequeno mal entendido" e que "o ministro falava em uma noção geral de colaboração". O único acordo oficial envolve uma parceria com o Instituto Tecnológico da Aeronáutica. No seu discurso depois de encontro com a reitora da universidade norte-americana, Susan Hockfield, a presidente não mencionou o convite à instituição para ir ao Brasil. Dilma disse apenas acreditar que "a nossa parceria (Brasil-EUA) para o século 21 será baseada no conhecimento. Por este motivo, me comprometi em dar suporte a este acordo (entre o ITA e o MIT)". Meta. Um dos objetivos do Brasil seria usar o projeto Ciência sem Fronteira para enviar estudantes para o MIT, entre outras universidades norte-americanas. O foco seria nas áreas médicas e tecnológicas. O governo brasileiro ficaria incumbido de dar as bolsas, pagando a anuidade da universidade. Os alunos precisariam, de qualquer maneira, passar pelo processo seletivo, sem garantia de vagas. A maior novidade, porém, seria a obrigatoriedade de retornar ao Brasil.
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