Escola André Urani, na Rocinha, usará tablets e smartphones PDF Imprimir E-mail
29-Out-2012
O GLOBO

O lápis, a borracha, o quadro-negro e o giz serão aposentados. O próximo ano letivo na Escola Municipal André Urani, na Rocinha, vai marcar o início de um projeto de ensino por meio de plataformas digitais, o Ginásio Experimental de Novas Tecnologias (Gente). Com ele, estudantes do 7º, do 8º e do 9º anos do ensino fundamental serão distribuídos em salas maiores dos que as atuais e serão divididos em grupos de cinco. Cada professor, chamado de mentor, será responsável por três desses grupos. Os alunos terão metas de aprendizado, que poderão ser cumpridas em diferentes momentos. Por isso, não haverá reprovação. Além disso, no lugar de cadernos, os estudantes contarão com tablets e smartphones para acompanhar as aulas.

- Os alunos não têm o hábito de ser autônomos e de controlar o seu processo de aprendizagem. Eles estão acostumados a receber ordens. Queremos formar pessoas que sejam protagonistas e líderes - diz o subsecretário municipal de Novas Tecnologias Educacionais, Rafael Parente.

As provas da escola também serão diferentes, já que não existirão mais em papel. Elas serão aplicadas no computador, por um sistema denominado Máquina de Testes, com um banco de questões preparadas por cerca de cem professores da rede municipal. As perguntas serão de múltipla escolha e permitirão saber imediatamente o desempenho dos estudantes.

 

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