Cidadania
- Educação indígena – Povos da Amazônia definem territórios etnoeducacionais
- Sisu: mais cotistas de raça e renda
- Brasil tem 127 presidiários cursando ensino superior
- No Dia do Orgulho Autista, comissões debatem desafios da educação
- Apenas um em cada 10 detentos estuda no Brasil
- 'A escola tem um papel fundamental para mim e para os meus colegas'
| MEC quer aulas de reforço para cotistas em federais |
|
|
|
| 15-Ago-2012 | ||||||
|
Ministro da Educação diz que iniciativa permitirá cumprimento da lei de cotas aprovada pelo Congresso FERNANDA KRAKOVICS - O GLOBO
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, reconheceu ontem que as universidades federais terão que criar programas de nivelamento para auxiliar os estudantes que entrarem pelo sistema de cotas. Esse mecanismo serviria para garantir aos alunos conhecimentos necessários para atender as exigências dos cursos. Mercadante afirmou que algumas instituições federais fazem esse nivelamento. Apesar de reconhecer a necessidade de adaptação, disse não crer que destinar 50% das vagas apenas para alunos do ensino público afete o nível dos cursos. - Quando se dá oportunidade ao aluno, ele se esforça - disse, ao defender o sistema de cotas. O ministro informou ainda que pedirá à presidente Dilma Rousseff o veto de um artigo do projeto de cotas, aprovado pelo Senado. O texto não faz menção ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O projeto estabelece que a seleção dos alunos seria feita com base na média obtida no ensino médio. Para o MEC, o critério de seleção tem que ser o Enem. Assim, pede o veto do trecho que fala em média de notas. Pressionado por movimentos sociais, Mercadante desistiu de recomendar veto ao prazo de quatro anos para que as instituições de ensino adotem as cotas aprovadas pelo Senado. O MEC defendia que o prazo fosse de seis anos. A desistência ocorre porque, com o veto do artigo, o novo prazo teria que ser aprovado pela Câmara e pelo Senado, o que atrasaria todo o processo de reserva de vagas. - Qualquer mudança atrapalha todo o projeto - afirmou Sérgio Custódio, do Movimento dos Sem Universidade (MSU). O projeto determina que, no primeiro ano de vigência da lei, as universidades e institutos técnicos garantam 25% das vagas para os alunos com o perfil exigido. Dilma tem até o dia 29 para sancionar o projeto de lei e ela deve esgotar esse tempo. O texto levado à sanção prevê que universidades e institutos federais terão que garantir pelo menos 50% das vagas para alunos que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas, seguindo critério racial e de renda.
Somente usuários registrados podem comentar!
Powered by !JoomlaComment 3.26
3.26 Copyright (C) 2008 Compojoom.com / Copyright (C) 2007 Alain Georgette / Copyright (C) 2006 Frantisek Hliva. All rights reserved." |
||||||
| < Anterior | Próximo > |
|---|
Analfabetismo
Analfabetismo: a exclusão pelas letras
Série especial produzida pela Agência Brasil mostra os principais gargalos desse problema e possíveis soluções para que o país supere o analfabetismo
Veja ma
Vídeo Educacionista
O que é educacionismo
entrevista com Cristovam Buarque












