Ciência
- No Distrito Federal, 89,8% dos estudantes acessam a rede mundial
- Só 2% dos professores usam tecnologia
- Só 12% das escolas têm computador instalado na sala de aula, diz estudo
- Escolas públicas urbanas com computador portátil alcançam 76%, aponta pesquisa
- Big Data: para entender (e transformar) um mundo cada vez mais complexo
- Seminário discute uso das novas mídias na educação
| Faculdade na rede |
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| 09-Jul-2012 | ||||||
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CORREIO BRAZILIENSE As redes sociais já não são apenas meios de interação entre pessoas. Hoje, são muito utilizadas pelos mais diversos tipos de empresas - incluindo faculdades. Servem como meio de apuração dos hábitos e gostos de seu público-alvo, para desenvolver novos serviços ou aprimorar os já existentes e definir a melhor linguagem para tratá-los, segundo o diretor-presidente da Web Consult, Leonardo Bortoletto. Pesquisa da Cadsoft - Gestão Acadêmica Moderna mostra que, em outubro de 2010, havia 492 Instituições Privadas de Ensino Superior presentes nas redes. No mesmo mês do ano passado, o número saltou para 1.529 (um aumento de 310%). Além da criação de páginas, o que também aumentou foram as postagens: o crescimento de instituições ativas na rede foi de 234%. No entanto, não basta estar na rede e publicar. É preciso estratégia e planejamento, levando em conta a chamada reputação 2.0 (o prestígio de uma empresa na web 2.0). Para Bortoletto, o objetivo deve ser facilitar a comunicação com os alunos e evitar respostas padrão. "É necessário agilidade por parte da instituição em dar retorno ao internauta", lembra. O estudante de publicidade e propaganda Gustavo Rener, 22 anos, ressalta que não são todas as faculdades que atualizam sempre suas páginas e nem sempre postam informações que chamam a atenção dos estudantes. No entanto, acha a ferramenta importante. Além das redes sociais, as faculdades estão procurando outras formas de se inserir em novas mídias. Estudo realizado pelo site TVaovivo (www.tvaovivo.com.br) em junho deste ano mostra que as instituições de ensino superior se preocupam também com os canais audiovisuais. Entre as 30 melhores universidades públicas e privadas do país, baseando-se na classificação do Enade, 53% mantêm um canal no YouTube. Reputação 2.0 Confira dicas do especialista em marketing digital Gabriel Rossi, de como se portar nas redes sociais: A rede social adequada para criar um perfil profissional é o LinkedIn, voltado para a carreira. Preencha o currículo com detalhes No Twitter, o que conta é o dinamismo das trocas de conteúdo No Facebook, procure acompanhar fan pages com temas ligados ao mercado e participe dos grupos de discussão. Seja objetivo na construção dos perfis e personalize com informações que expressem quem você é e o que busca Com dois perfis (profissional e pessoal) na rede é preciso manter a coerência. Não se pode ter personalidade dupla. Outro ponto crucial é o português correto. Abreviações e gírias são aceitáveis nas redes sociais, mas escrever sempre de forma desleixada passa uma imagem negativa da pessoa.
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