| EAD e a ruptura no ensino |
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| 22-Mai-2012 | ||||||
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Editorial do jornal DCI - SP em 22/05/2012
Atualmente, números da Associação Brasileira de Ensino a Distância apontam que mais de 2 milhões de estudantes de graduação e pós-graduação estão inseridos nessa modalidade de ensino. O número ainda está bem aquém do registrado nos Estados Unidos, onde supera 12 milhões. Agora o olhar atento sobre essa forma de ensino se faz necessária. A qualidade do EAD se faz igual à de uma universidade presencial? A pergunta, que ainda é pauta dos mais diversos fóruns e discussão do setor, deverá enfraquecer com o tempo, através da consolidação do mercado a distância. E é apostando nisso que as empresas já se armam: milhões são investidos em equipamentos, novos polos de ensino e cursos profissionalizantes para mídias digitais aos professores. E as apostas se consolidam com fatos: enquanto universidades presenciais, como a São Marcos, em São Paulo, são fechadas pelo Ministério da Educação (MEC), vemos exemplos como a Anhanguera Educacional, que cresceu 33,5% no primeiro trimestre e somou 444 mil alunos matriculados, número que é puxado justamente pelo EAD.
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