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| SC: Governo apresenta nova proposta hoje |
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| 16-Abr-2012 | ||||||
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DIÁRIO CATARINENSE Professores da rede estadual querem o piso nacional e a hora-atividade O governo apresenta, às 15h de hoje, a nova proposta salarial para o magistério catarinense. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) na Rede Pública do Ensino do Estado de Santa Catarina vai analisar e submeter a apreciação da categoria em assembleia marcada para as 14h de amanhã, no CentroSul, em Florianópolis. A expectativa do Sinte é de que o governo mostre como irá aplicar os 22,22% de aumento reivindicado para todos os níveis da tabela, valorizando os docentes graduados. Proposta em contrário, avalia a secretária geral do Sinte, Anna Julia Rodrigues, e o caminho será o da greve. Em 2011, a greve dos professores se estendeu por 62 dias em Santa Catarina, entre os meses de maio e julho. Os professores pediam a implantação do piso salarial no Estado, com projeção no plano de carreira, além de outras reivindicações. Para acabar com a greve, o governo se comprometeu em formar um grupo de estudos com a presença do sindicato para avaliar as exigências da categoria. Categoria pede aumento imediato retroativo a janeiro Agora, a categoria pede o cumprimento imediato do aumento de 22,22%, retroativo a janeiro, quando o valor do piso foi reajustado pelo Ministério da Educação e deveria ter sido alterado em toda rede pública. Além disso, a descompactação da tabela salarial, que foi alterada e achatada no ano passado, para que o Estado concordasse em pagar o discutido piso nacional. Outra reivindicação é o cumprimento da questão da hora-atividade - também definida na lei do piso. Ela determina que 33% das aulas dos professores sejam dedicadas à preparação de aulas, correção de trabalhos e elaboração e correção de provas. Ontem à noite, na Casa d'Agronô-mica, o Grupo Gestor responsável pela elaboração da proposta discutida durante a semana com a direção do Sinte apresentou os números ao governador Raimundo Colombo. Os índices não foram revelados e serão apresentados hoje, às 16h, em entrevista coletiva, na Secretaria de Educação. O impasse ganhou peso depois de decisão do Ministério da Educação que fixou os pisos salariais dos professores acima da inflação. As finanças públicas sofrem impacto de aumento em torno de 20% ao ano.
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